Blog “Filhos no Século XXI” Sairá da WEB

June 19th, 2009 by Carlos Messa

Ontem recebi uma carta de um escritório de advocacia e me surpreenderam os termos (veja a reprodução no final deste post). A carta fala do uso indevido do nome PSIC.

No meu modo de ver:

1 – O nome PSIC é genérico, amplamente utilizado na Internet (veja no Google a enorme quantidade) pois abrevia a palavra “psicologia”.

2 – Registrei esse nome (URL) na antiga FAPESP pensando na facilidade de digitação.

3 – Não tenho o sentimento de “propriedade” nem apego, tanto que ofereci a URL psic, pessoalmente, ao editor da Revista PSIC, da Editora Vetor, por achar, na época, que teria uma utilização mais adequada, por ser uma “marca” mais conhecida.

Quanto ao uso indevido:

1 – Meu registro na FAPESP está aberto ao público e lá a data pode ser verificada: 18/12/1997.

2 – O registro da marca no INPI, indicado na carta do escritório de advocacia, teve depósito em 1999 e a concessão do registro foi em 2004, datas que o escritório de advocacia omitiu em sua carta.

3 – Dessa forma não consigo aceitar que faço uso indevido desse nome e, ao contrário, me parece que esse registro no INPI, sendo de data posterior, não é eticamente adequado.   »» leia o texto completo »»


Valores, Caráter, Moral, Ética

June 19th, 2009 by Carlos Messa

Além dessas palavras, valorizo a sensibilidade e empatia, para que a sociedade possa tornar-se mais construtiva e agradável. Por isso destaco, dos comentários que tenho buscado sobre meu mais recente livro “O poder dos Pais no Desenvolvimento Emocional e Cognitivo dos Filhos”, um que não se refere à inovação ou atributos tipicamente acadêmicos, e sim à efetiva transmissão de uma idéia:

Uma pessoa comentou que gostou do livro porque através dele percebeu a importância do seu papel na formação do caráter do filho.

Todos nós sabemos da importância desse papel, porém não nos damos conta dessa importância e mesmo esquecemos que devemos colocá-lo em prática. A pessoa que fez esse comentário foi despertada pela leitura do livro para a necessidade de que era dela esse papel e que se não o exercitasse, o caráter de seu filho seria formado pelo “modo de ser” de outras pessoas (babá, empregada, “tias” da escolinha).

Com isso sinto que atinjo meu objetivo ao publicar esse livro: divulgar informações que podem estar “esquecidas” ou adormecidas… e precisam ser despertadas! Afinal, são “os pais que forma a mente dos filhos”!

Envie também seu comentário sobre o livro.


O Poder dos Órgãos de Educação

May 24th, 2009 by Carlos Messa

dezna

As crianças que logo aos seis meses começam a freqüentar o berçário e seus pais, por “dó” e cuidados, entregam-na ainda dormindo à atendente da escolinha, podem transferir todo o “poder” sobre sua formação às “tias” da escolinha, professores/educadores e, por extensão, aos órgãos públicos de educação.

O recente episódio da entrega do livro paradidático “Dez na área” expõe a abrangência desse poder.   »» leia o texto completo »»


Ando meio desligado

April 5th, 2009 by Carlos Messa

Mais de uma vez escrevi sobre a necessidade natural do ser humano de ser “reconhecido”. Algumas sutilezas de um processo ou de conceitos escapam, no entanto, à uma simples “explicação” já que as palavras refletem apenas o nosso processamento lógico não representando, por isso, todo o conteúdo.

Essa é uma das razões pela qual busco frequentemente apoio em canções populares pois a arte capta muitas vezes um pedaço da realidade e a transporta através da emoção, permitindo então um entendimento mais amplo.   »» leia o texto completo »»


Educação: Rigidez X Tolerância

March 21st, 2009 by Carlos Messa

O “amor de mãe” implica em tolerância porém esta não se confunde com permissividade. A educação ou, como prefiro, a “formação” exige que se aponte caminhos o que pressupõe o conflito entre o desejo e os limites da ação do educando. A mãe educadora poderá precisar, em determinados momentos, apontar um caminho diferente daquele que o filho está seguindo. Isso pode ser feito apenas em uma conversa educativa ou pode exigir   »» leia o texto completo »»


Duas Frases

March 14th, 2009 by Carlos Messa

Contidas no livro (que recomendo abaixo) de Oswaldo Di Loreto:

  • Pág. 164
  • Os filhos não constroem a mente com matéria-prima vinda da mãe ou do pai, e sim a partir de matéria-prima modificada pelo tipo de vínculo que eles fazem.

  • Pág. 251
  • Na minha estatística, é de mais ou menos 10% a proporção de casos (hiperatividade), nos quais comprovei a origem primariamente neuropática. Nos 90% restantes, a agitação e o conseqüente “déficit de atenção”, eram sintomas de depressão, imaturidade ou desorganização psíquica.

Problemas de comportamento na infância.

February 28th, 2009 by Carlos Messa

Um amigo recente, conhecendo minha área de interesse, trouxe-me um livro de Oswaldo di Loreto – “Origem e Modo de Construção das Moléstias da Mente (psicopatogênese)” Casa do Psicólogo – 2004.

Di Loreto conta no livro toda a sua trajetória do mundo “psi-quiátrico” (sua área de formação), para o mundo “psi-cológico”. Provavelmente lidar com os sintomas (sinal indicativo) não satisfazia sua mente e, cuidando de crianças com “problemas”, acabou por ir mais fundo, em busca da origem ou, melhor dizendo, do “problema” em si. Dessa forma descreve como, por caminhos tortuosos, foi descobrindo que o mundo psicológico da criança é construído   »» leia o texto completo »»


Contatos Imediatos

January 30th, 2009 by Carlos Messa

Uma criança recebe um presente e fica brincando com o papel ou a caixa que o continha. Esse acontecimento faz parte da etapa da evolução da vida quase puramente sensorial, para a vida emocional e, mais além, para o nosso sofisticado mundo racional.   »» leia o texto completo »»


A natureza cria o cérebro – pais criam a mente

January 3rd, 2009 by Carlos Messa

Em 1950 Bowlby já apresentava os principais indícios de que, além da “natureza”, a relação parental tinha importância definitiva na “saúde mental”. As pesquisas posteriores eliminaram qualquer dúvida sobre a importância da qualidade da relação da criança com seus cuidadores na definição do seu desenvolvimento cognitivo e emocional saudável.

Faz alguns anos que venho divulgando não só o processo como isso ocorre como também as formas de contornar dificuldades e possíveis problemas. Alguns dos meus textos foram publicados por revistas especializadas e sites dirigidos a pais. Textos em forma “light” foram publicados em veículos para o público leigo. Esse trabalho partia da minha crença na fundamental importância de que todos os pais e cuidadores necessitam dessa informação pois são eles que “criam a mente” da criança e esta fará a sociedade no futuro.

Hoje comemoro a divulgação dessas idéias na grande imprensa – a Folha de São Paulo (03/01/2009), veículo de expressiva projeção, traz um texto do Dr. Drauzio Varella, figura também emblemática   »» leia o texto completo »»


Vida Reproduzida

December 22nd, 2008 by Carlos Messa

Tenho tratado neste blog da importância dos pais oferecerem vivências controladas positivas aos seus filhos. Procuro mostrar com informações técnicas (em linguagem cotidiana), exemplos e resultados de pesquisas acadêmicas, que são essas vivências, desde o útero e na mais tenra infância, que formam a mente. Sei, por outro lado, que há uma dificuldade em aceitar esse fato porque sobre nós mesmos, acreditamos que “somos assim” – uma entidade com características únicas, definidas por alguma divindade. Por outro lado a nossa cultura nos faz crer, ingenuamente, que se “somos”   »» leia o texto completo »»


Profilaxia

December 7th, 2008 by Carlos Messa

Artigo publicado na Revista Psique Ciência e Vida n. 34 (Outubro/2008).


Literatura Infantil?

October 31st, 2008 by Carlos Messa

Leio vez ou outra textos que a escola indica para minha filha.  Alguns me incomodam e muito, como um que já comentei: era a história de um “príncipe” enfeitiçado que, ao receber um beijo na boca, se tornaria um sapo! Não acho nada razoável levantar essas questões para crianças de 8 anos e, quem sabe, incutir um eventual temor em um campo tão delicado e já repleto de conturbações, como o afetivo.

Uma cada vez mais presente e forte ansiedade dos pais em relação   »» leia o texto completo »»